Quanto vale o seu tempo?

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por Karollyne Morais, em 31 de outubro de 2013 em social, sustentabilidade com nenhum comentário

O maior bem que todos possuímos é o tempo. Porque nele está contido infinitas oportunidades. Alguns vivem sem tempo, correndo atrás de dinheiro, status, outros o dedicam à família, aos estudos, ou ao ócio. Outros ainda sempre protelam o que acreditam ser uma perspectiva de futuro, que é o tempo que ainda não chegou. E quanto a você, o que você faz com o seu tempo?

Podemos usar o tempo para conseguir algo muito valioso: o conhecimento. O conhecimento, a experiência e as vivências são coisas que ninguém pode subtrair. O tempo iguala a todos e o conhecimento nos diversifica. Mas conhecimento custa caro e o valor FINANCEIRO dado a ele cria desigualdades. Pensando em tornar o acesso ao conhecimento algo mais justo e solidário, nasceu uma das propostas mais interessantes sobre consumo colaborativo.

logo

O movimento Bliive é uma rede colaborativa de troca de tempo, que acredita na colaboração como forma de revolucionar a ideia de valor, aproximando as pessoas por meio do compartilhamento de experiências. Em uma cultura que prega o individualismo e a competição, a grande notícia do Bliive é que, criando uma economia colaborativa, sustentável e baseada em pressuposto real de valor, poderemos voltar a ser quem deveríamos continuar sendo sempre: seres humanos sociais que são mais felizes quando se sentem úteis e parte do todo.

Captura de tela de 2013-10-31 14:31:19

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Fonte: Bliive

Karollyne Morais
karollyne-morais_ciclopak  
karol.s.morais@gmail.com

Idealizadora do Projeto Casa UpCycling, que nasceu da necessidade de expor as possibilidades infinitas de transformação daquilo que a maioria de nós joga no lixo. Usando a criatividade como ferramenta para dar a oportunidade a matéria-prima de qualidade de retornar ao ciclo. Mas acima de tudo, tem o objetivo de inspirar outras mentes inovadoras a uma postura de consumo e vida sustentável.

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Feira de troca e doação de brinquedos

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por Karollyne Morais, em 17 de outubro de 2013 em social, sustentabilidade com 1 comentário

troca de brinquedos bsb

Explicar para uma criança os conceitos de sustentabilidade e consumismo é tarefa complicada, a criança pode não assimilar a ideia de que o mundo possui recursos finitos e que um dia tudo pode acabar. Mas a experiência do consumo colaborativo pode proporcionar não somente a criança, mas em toda a família, as marcas necessárias para que ela entenda no futuro todo o contexto de uma vida sustentável.

Com este propósito, uma iniciativa muito bonita de feiras de trocas de brinquedos vem se espalhando pelo Brasil com o objetivo de mostrar para pais e filhos que a compra e a posse permanente de um (ou qualquer) bem não é mais importante do que o seu uso. Por isso, aquele brinquedo que já não tem mais tanta graça, pode se transformar em um super brinquedo na mão de outra criança. A socialização, a disseminação de valores e a diversão são as maiores atrações dessas feiras.

O mais legal é que qualquer pessoa que tenha disposição pode organizar a feira na sua cidade e divulgar no site. O Projeto Alana disponibiliza todo o material para orientação, organização e divulgação, tudo de graça. Vamos exercitar o desapego e contribuir para a formação de valores menos materialistas em tempos de consumo sem reflexão.

Por isso, atenção quem mora em Brasília, porque tem prorrogação do dia das crianças no dia 25 deste mês às 15hs. A feira ocorrerá em local aberto, na quadra de esporte da 202 Norte em frente ao Bloco G e todos são bem vindos! O Buffet AnnaMaris Maison oferecerá um delicioso lanche para as crianças poderem fazer as trocas e doações com tranquilidade.
Não percam!

 

Karollyne Morais
karollyne-morais_ciclopak  
karol.s.morais@gmail.com

Idealizadora do Projeto Casa UpCycling, que nasceu da necessidade de expor as possibilidades infinitas de transformação daquilo que a maioria de nós joga no lixo. Usando a criatividade como ferramenta para dar a oportunidade a matéria-prima de qualidade de retornar ao ciclo. Mas acima de tudo, tem o objetivo de inspirar outras mentes inovadoras a uma postura de consumo e vida sustentável.

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Calçada de Borracha

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por Rodolfo Ori, em 29 de abril de 2013 em arquitetura, reutilização, sustentabilidade com 4 comentários

 

A garrafa quica e não quebra. Os pés sentem a diferença: o chão está mais macio. A prefeitura de Washington está instalando calçadas de borracha na cidade. Investiu US$ 60 mil nos últimos oito meses. Se o projeto-piloto continuar a dar certo, vai tomar conta da capital americana.

A cidade das árvores, como é conhecida nos Estados Unidos, está cuidando com carinho do título, trocando o cimento pelo piso emborrachado em torno das árvores, para proteger as raízes e acabar com as calçadas quebradas.

Post Calçada de Barracha - imagem 2

O cimento não permite que o ar e a água passem para o solo. Por isso, as raízes crescem para cima, em busca de alimento, e acabam empurrando e quebrando a calçada. Todo ano, a prefeitura tem que trocar blocos inteiros, quebrar o cimento e refazer tudo. Somente com os consertos, gasta cerca de US$ 5 milhões anualmente e ainda tem que se defender de processos na Justiça, porque as pessoas tropeçam, se machucam e exigem indenização.

Entre as placas de borracha, existe espaço suficiente para permitir a passagem de ar e de água. Como elas são maleáveis, também se adaptam à movimentação das raízes. O engenheiro da prefeitura Wasi Khan acrescenta outra vantagem do projeto: as placas são feitas de pneus reciclados, material que ocupa os depósitos de lixo e preocupa as autoridades.

Post Calçada de Barracha - imagem 1

Cada placa, que amortece a caminhada, significa um pneu de borracha a menos nos lixões. Mas o preço ainda é um problema. O revestimento novo custa três vezes mais do que o antigo. A vantagem virá a longo prazo. A calçada deve durar o triplo do tempo.

A instalação das placas de borracha é super-rápida, porque elas se encaixam umas nas outras com pinos que vão em orifícios. Além do mais, é um trabalho simples, porque elas são bem mais leves do que qualquer material de concreto.

Elas também são reversíveis e não queimam com pontas de cigarro. Vantagens econômicas e ecológicas à parte, uma moradora que testou a novidade diz que as árvores estão levando vantagem. Ela gostaria que a calçada inteira fosse mais macia.

Post Calçada de Barracha - imagem 3

Nos Estados Unidos, 86% dos pneus velhos são reciclados fazendo calçadas ou asfalto. Uma tecnologia que está dando os primeiros passos no Brasil. Cada quilômetro de estrada pavimentado com asfalto de borracha pode significar até 7 mil pneus a menos nos lixões.

Matéria do Globo Repórter

Rodolfo Ori
rodolfo_ori  
rodolfo.ori@terra.com.br

Rodolfo foi vendedor por mais de doze anos na área de bens de consumo e há alguns meses resolveu que poderia contribuir mais para ajudar na conscientização das pessoas em fazer um consumo consciente. É colaborador em algumas peças gráficas do Ciclopak e roteirista e escritor nas horas vagas.

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Ganhe com o lixo – condomínios

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por Rodolfo Ori, em 9 de abril de 2013 em sustentabilidade com nenhum comentário

 

Pare de jogar dinheiro no lixo! Ganhar dinheiro sempre é bom e é melhor ainda quando ajudamos a salvar o planeta. Reciclando o seu próprio lixo, você complementa sua renda. Essa é a idéia que surge em alguns condomínios residenciais.

Post Ganhe Condomínio - imagem 1

Condomínios residenciais e comerciais podem reduzir seus custos de administração comercializando apenas os resíduos sólidos produzidos internamente. Os materiais que podem ser reciclados são: plástico, alumínio, embalagens PET, embalagens longa vida, papel, papelão e vidro. Veja abaixo o preço médio pago por quilograma de material (média no DF em 2012):

Alumínio – R$ 2,20

Garrafas PET – R$ 1,00

Papelão – R$ 0,10

Embalagens Longa Vida  – R$ 0,10

Plástico – R$ 0,55

Papel Branco – R$ 0,20

Post Ganhe Condomínio - imagem 2

Veja esse exemplo abaixo (matéria do portal G1 em 2012):

Na Penha, Zona Leste da capital, a coleta seletiva já é realidade. São 60 apartamentos e os quase 200 moradores reciclam o lixo desde 2000. Já virou hábito separar o lixo orgânico do reciclável, graças a iniciativa da síndica Zilda Ianboli.

“O pessoal ficou meio assustado, que tinha que lavar as embalagens. Tive que dar um incentivo. O andar que reciclava mais eu fazia um sorteio e dava 10% de desconto na taxa do condomínio. Funcionou e todos começaram a participar”, conta a síndica.

Post Ganhe Condomínio - imagem 3

Todos os dias, os funcionários recolhem nos andares o lixo separado e limpo. Tudo vai para um cômodo no térreo, sem mau cheiro e muito bem organizado.

Uma vez por semana, passa um caminhão de coleta no prédio para recolher o material reciclável. São mais de 300 kg por vez, o que tem rendido ao prédio cerca de R$ 300 por mês.

Com o dinheiro da venda do material reciclável, Zilda pode comprar equipamentos que melhoram a sustentabilidade do prédio. Quando ela juntou R$ 2.500, comprou uma cisterna que pode armazenar dois mil litros de água da chuva. Com ela, pode-se lavar o prédio, as garagens, regar plantas sem nenhum gasto extra na conta de água.

A síndica também reformou piso e parede do refeitório dos funcionários, comprou monitor para as câmeras de segurança, comprou mobília para a sala das crianças. No salão de festa trocou piso, cadeiras, fez churrasqueira com balcão, comprou TV e DVD, pias de inox e eletrodomésticos. Agora, o salão pode ser alugado, rendendo mais dinheiro.

Post Ganhe Condomínio - imagem 4

Soluções caseiras para o Lixo – veja em tamanho grande

Sabemos que não é fácil mobilizar pessoas para uma causa, mas quando os resultados começam a aparecer as novas atitudes viram senso comum. Fica a dica. E que dica!!!

Rodolfo Ori
rodolfo_ori  
rodolfo.ori@terra.com.br

Rodolfo foi vendedor por mais de doze anos na área de bens de consumo e há alguns meses resolveu que poderia contribuir mais para ajudar na conscientização das pessoas em fazer um consumo consciente. É colaborador em algumas peças gráficas do Ciclopak e roteirista e escritor nas horas vagas.

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