Lixo Hightech

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por Rodolfo Ori, em 1 de fevereiro de 2013 em sustentabilidade com nenhum comentário

Há muito tempo via-se uma quantidade grande de latas, garrafas de vidro e papelões nos lixões. Esses itens são cada vez mais difíceis de achar, pois a reciclagem desses materiais se tornou popular (e rentável).

Um tipo de lixo que cresce aceleradamente nos dias atuais é o lixo eletrônico e, assim como o papel, vidro e metal, já tem gente descobrindo negócios novos a partir de sua reciclagem.

Lixo Hightech - imagem blog 1

O trabalho começa com a logística reversa do material eletrônico, isto é, a coleta desse material por cooperativas e empresas especializadas diretamente nos locais onde o material eletrônico se encontra. Empresas especializadas já cobram o serviço de coleta (logística reversa) e dão um fim adequado as partes e componentes eletrônicos.

Lixo Hightech - imagem blog 2

Além de partes mais comum para a reciclagem, como o ferro e plástico, placas de memória e processadores também podem ser aproveitados, inclusive na fabricação caseira de novos computadores.

Lixo Hightech - imagem blog 6

Junto com o ferro, plástico e placas retiram-se do lixo comum substâncias poluentes como manganês, zinco e cloreto de amônia de equipamentos obsoletos. Essas substâncias podem ser utilizadas na produção de outros produtos. São materiais muitos pesados que, se não tiverem à destinação adequada, contaminam o meio ambiente, principalmente o lençol freático. Uma TV antiga (de tubo) possui em seu interior cádmio, chumbo e mercúrio, metais que poluem e contaminam facilmente.

Lixo Hightech - imagem blog 4

Empresas de consultoria, como o SEBRAE, já possuem conhecimento no assunto e poderão ajudar nos primeiros passos desse negócio, que só tende a crescer nos próximos anos.

Rodolfo Ori
rodolfo_ori 
rodolfo.ori@terra.com.br

Rodolfo foi vendedor por mais de doze anos na área de bens de consumo e há alguns meses resolveu que poderia contribuir mais para ajudar na conscientização das pessoas em fazer um consumo consciente. É colaborador em algumas peças gráficas do Ciclopak e roteirista e escritor nas horas vagas.

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